How insensitive I must have seemed When he told me that he loved me How unmoved and cold I must have seemed When he told me so sincerely
Why he must have asked Did I just turn and stare in icy silence What was I to say What can you say When a love affair is over
Now he's gone away And I'm alone With a memory of his last look Vague and drawn and sad I see it still All his heartbreak in his last look Why, he must have asked, Could I just turn and stare in icy silence What was I to do What can one do When a love affair is over
Se você disser que eu desafino, amor Saiba que isso em mim provoca imensa dor Só privilegiados têm ouvido igual ao seu Eu possuo apenas o que Deus me deu Se você insiste em classificar Meu comportamento de antimusical Eu mesmo mentindo devo argumentar Que isto é bossa nova Isto é muito natural O que você não sabe nem sequer pressente É que os desafinados também têm um coração Fotografei você na minha Rolleyflex Revelou se a sua enorme ingratidão Só não poderá falar assim do meu amor Este é o maior que você pode encontrar viu Você com a sua música esqueceu o principal É que no peito dos desafinados No fundo do peito bate calado Que no peito dos desafinados Também bate um coração Se você disser que eu desafino, amor Saiba que isso em mim provoca imensa dor Só privilegiados têm ouvido igual ao seu Eu possuo apenas o que Deus me deu Se você insiste em classificar Meu comportamento de antimusical Eu mesmo mentindo devo argumentar Que isto é bossa nova Que isto é muito natural O que você não sabe nem sequer pressente É que os desafinados também têm um coração Fotografei você na minha Rolleyflex Revelou se a sua enorme ingratidão Só não poderá falar assim do meu amor Este é o maior que você pode encontrar viu Você com a sua música esqueceu o principal É que no peito dos desafinados No fundo do peito bate calado Que no peito dos desafinados Também bate um coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho é um resto de toco, é um pouco sozinho é um caco de vidro, é a vida, é o sol é a noite, é a morte, é um laco, é o anzol é peroba do campo, é o nó da madeira cainga, candeia, é o Matita Pereira É madeira de vento, tombo da ribanceira é o mistério profundo é o queira ou nao queira é o vento ventando, é o fim da ladeira é a viga, é o vao, festa da cumeeira é a chuva chovendo, é conversa ribeira das aguas de marco, é o fim da canseira é o pé, é o chao, é a marcha estradeira passarinho na mao, pedra de atiradeira Uma ave no céu, uma ave no chao é um regato, é uma fonte é um pedaco de pao é o fundo do poco, é o fim do caminho no rosto o desgosto, é um pouco sozinho É um estrepe, é um prego é uma ponta, é um ponto é um pingo pingando é uma conta, é um conto é um peixe, é um gesto é uma prata brilhando é a luz da manha, é o tijolo chegando é a lenha, é o dia, é o fim da picada é a garrafa de cana, o estilhaco na estrada o projeto da casa, é o corpo na cama é o carro enguicado, é a lama, é a lama é um passo, é uma ponte é um sapo, é uma ra é um resto de mato, na luz da manha sao as aguas de marco fechando o verao é a promessa de vida no teu coracao é uma cobra, é um pau, é Joao, é José é um espinho na mao, é um corte no pé sao as aguas de marco fechando o verao é a promessa de vida no teu coracao É pau, é pedra, é o fim do caminho é um resto de toco, é um pouco sozinho é um passo, é uma ponte é um sapo, é uma ra é um belo horizonte, é uma febre terca sao as aguas de marco fechando o verao é a promessa de vida no teu coracao É pau, é pedra, é o fim do caminho é um resto de toco, é um pouco sozinho É pau, é pedra, é o fim do caminho é um resto de toco, é um pouco sozinho Pau, pedra, fim do caminho resto de toco, pouco sozinho Pau, pedra, fim do caminho, resto de toco, pouco sozinho.
(...) El hombre que ha sido desterrado del refugio seguro de la infancia, quiere entrar en el mundo, pero, al mismo tiempo, le teme, y por eso crea con sus versos uno artificial, supletorio. Deja que sus poemas giren en torno a él, como las plantas lo hacen alrededor del sol; se convierte en el centro de un pequeño universo, en el que nada le es extraño, en el que se siente en su casa, como el niño dentro de la madre, pues todo está hecho de la misma materia que su alma. Allí es donde puede realizar todo eso que afuera es tan difícil; allí puede, como el estudiante Olker, ir con las masas proletarias a la revolución, y como el virginal Rimbaud, azotar a sus pequeñas amantes, pero esas masas y esas amantes no están hechas de la materia hostil de un mundo extraño, sino de la materia de sus propios sueños; son, por lo tanto, lo mismo que él y no interfieren la unidad del universo que ha construido para sí mismo. "
Summertime....and the livin' is easy Fish are jumpin'...and the cotton is high Yo' daddy's rich...and yo' mama's good-lookin' So hush little baby......don't you cry
One of these mornin's..you gonna rise up singin' You gonna spread your little wings...and you'll take to the sky But 'till that mornin'...there ain't nothin' gonna harm you With yo Mama and Daddy...standin' bye
(instrumental break)
Now it's summertime....and the livin' is easy Them fish are jumpin'...and the cotton's 'bout waist high Yo' daddy's rich...and, ya know yo' mama's good-lookin' Now hush little baby......don't....you cry